quarta-feira, 2 de maio de 2012

O PREGADOR DAS BODAS

Um pregador fora convidado para proferir uma palavra no dia em que se comemoravam Trinta anos (30) de casados. A palavra que ele trouxe foi baseada em Amós 3:3. O texto escrito fala de  vontade expressa, para um casal continuar existindo é preciso ter vontades livres de “estar juntos”, atrelados ao sentimento chamado de “Amor”.

Embora, haja escritor, que diga que os opostos se atraem. Não há duvida que um casal não são iguais, no corpo, na alma, e no espírito em pensamentos, em atitudes e  em gestos. O profeta afirma que o acordo de vontades, é o princípio norteador da existência do casal. Pensam-se  diferentemente um do outro, mas há de chegar a uma decisão.

Por exemplo, sou casado, a minha esposa insiste em dormir com janelas semiabertas, para que entre um pouco de ar e claridade. Eu, já prefiro sem claridade, e escuro. E isto perdura, sem entre nós, perder a ternura.

Perguntei a um casal, qual era o segredo da comemoração de 55 anos de casados? Ele me respondeu, afirmativamente: “Respeito e Resignação”. Por ora, perguntei a outro casal que completara, 58 anos de comunhão conjugal, ele me respondeu: “Calma e paciência”.
Observem, amigo(a) que não existe um segredo que serve de modelo para os demais casais. A descoberta percorre com os anos e as caminhadas. Igual ao violão que para afinar a quinta (5ª) corda deve-se pressionar a 5ª casa e aos poucos ajustando a próxima corda. Há, porém,  quem diga que para conhecer o álter, isto é, o outro, é preciso no sentido metafórico: “Comer um quilo de sal”.  Ou mesmo, caminhar muitas léguas. Isto na experiência de Moisés quando conduziu o povo por quarenta anos, ele soube conhecer, e defendê-lo diante do Senhor Deus.

Quando se completa a Boda de Pérola, significa que três décadas se passaram juntos, na alegria, no choro, nas dificuldades, nas indecisões e decisões que tomaram juntos. A pérola é muito valiosa, pelo fato, de que para encontrá-la, o mergulhador vai às  profundezas do mar do beira-mar. Por isso, se torna tão valiosa. Os casamentos se tornam valiosos quando se passam por diversas provações, e do fruto das experiências, trazem amadurecimento na convivência  de um a uma.

Por fim, um casamento feliz é, quando se convida alguém especial, o Senhor Jesus para caminhar juntos, Ele é o ponto de encontro do casal, quem quer assim admitir, Ele de forma alguma, se tornará um estranho. Mas, quando aceitamos que Ele corrija as diferenças e mantenha a unidade entre os casais. Quando o casal tem a mesma fé, o mesmo Deus, com certeza, ter-se-á mais harmonia e paz. Enfim, há uma parte de uma canção que diz: “Com Cristo no barco tudo vai muito bem”. Pense Nisso.
Um grande abraço.

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